
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Africanismo ontem e hoje - Continuam as conversas

sexta-feira, 5 de junho de 2009
Conversas tidas e a ter
Chamo-me Inês Costa Dias. Estou a fazer doutoramento em Londres, no Royal College of Art, no departamento de curadoria, sobre arte contemporânea e curadoria em Portugal, Brasil e Moçambique. Estou a trabalhar com base em conceitos pós-coloniais, como nação, identidade, diáspora, etc.
Tenho estado em contacto com Alda Costa e Jorge Dias porque estou interessada em trabalhar sobre o Muvart. E tenho vindo a recolher bibliografia sobre o movimento, que me tem despertado cada vez maior interesse."
Passou a tarde de sábado passado (30 de Maio) no espaço Muvart. E a conversa durou horas.
O Muvart é ou não uma ruptura? com o quê?
Como nasce? Porque desperta interesse?
O MUVART ainda tem espaço? ou está moribundo?
Com a Inês veio a Tânia da Fonte
Uma amiga, artista que tinha estado a fazer a sua tese em arte pública na Alemanha.
A concretização, a desfesa.
Escureceu. Faltou a luz, mas a conversa continuou.
No próximo sábado dia 6/6 a partir das 15 há outra conversa. No Mesmo lugar.
Com o Paulo Moreira. Um arquitecto que gosta de arte.
O tema é o tempo.
Ele diz que traz imagens.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
CAPE África - Debates a fazer
Referências, identidades e preconceitos
"Eu sou inteligente porque venho de África e não porque sou africano."
Bento Carlos Mukesswane
Um dos grandes desafios do Movimento de Arte Contemporânea de Moçambique - MUVART ao longo do exercício das suas actividades, tem sido a difusão do seu manifesto pelo público, a sua tradução nas curadorias que faz, na produções dos seus membros ou mesmo do seu posicionamento político.
Estas algemas não estão somente nas cabeças dos africanos, permanecem um pouco por todo o mundo. É um desafio de todos e só ganha aquele que se tiver libertado. A minha paixão particular sobre arte contemporânea reside também nesta liberdade preconizada na sua estética. Entende-se que a necessidade de valorização da identidade "folclórica" seja importante, mas não se pode confundir com o sentido funcional da dinâmica de um movimento artistico global. Se percebermos e aceitarmos que a linguagem contemporânea ou conceptual, não pertence ao ocidente mas sim ao universo percebemos que o processo de libertação já está em curso. África só pode ter identidade nesta dinâmica se poder participar activamente nela. Aliás, África é uma referência e não uma identidade. Não estou com isto a propor esquecimento das tradições, antes proponho que se faça uso do que possa ser necessário para funcionar hoje, para todos, se for o caso.
CAPE África
Debates em Maputo -Rua D'Arte - Nov 2008
The need for an open and broad discussion and public promotion of the results of this and other issues is the objective of the debate session’s promoted by the Cape African Platform.
Maputo and Luanda were the chosen capital’s for the debate session’s, consisting of open workshops for artists and the general public.
In the spirit of the continuity and future contribution, here is the intervention by the artist Gemuce from the Cape Africa session in Angola.
Bento Carlos Mukeswane
One of the greatest challenges for the Movimento de Arte Contemporanea - Muvart throughout its practice has been to make its manifesto known to the public, its translation into curator-ship practices, artistic production and political positioning.
The statement ‘we don’t want to be a traditionally stagnated Africa’ has been interpreted through critical observations by some people has a betrayal to the African cultural values.Contrary to this, the Muvart discourse is intended to promote African Cultural values up to Human Values by which changes of mentality would open and free us from prejudices in an ongoing strength of cultural movement.
domingo, 9 de novembro de 2008
MUVART na Arte Lisboa 08
O Muvart agradece às entidades que apoiam a sua presença na Arte Lisboa 08.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
“O Estágio da Arte: Fragilidade na Estrutura da arte na África Austral”

Maputo recebe “O estágio da arte: Fragilidade na Estrutura da arte na África Austral” ciclo de debates promovido pela CAPE AFRICA PLATFORM e que traz a Moçambique convidados do Botzwana, Zâmbia, Angola e África de Sul, para encontros abertos aos criadores moçambicanos e ao público em geral.
Programa
dia 07/11
10:00 - Visita Guida Museu Nacional de Arte
17:00 - Debate na Rua D'Arte
dia 08/11
18:00 - Debate Centro Cultural Franco Moçambicano
No final de cada debate haverá uma sessão musical com o grupo Timbila Muzimba
Antecedendo a CAPE09 (Bienal de Arte da Cidade do Cabo) que se realizará em Maio próximo ciclos de debates e plataformas de workshops decorrem em Maputo e Luanda. Equipas de artistas estão já nas duas cidades realizando pesquisas locais, organizando programas de residências sobre questões relacionadas com a arte e as realidades da produção artística.
Os resultados destas pesquisas juntamente com as opiniões e visões colhidas nos debates a realizar, incorporarão a exposição CAPE09, de forma a apresentar a energia artística e a diversidade cultural da África contemporânea de forma inovadora e experimental. Esta atitude pretende ligar culturalmente o sul de África, através do cruzamento das diferenças socio-económicas, culturais e geográficas de forma a atrair novas audiências entre os jovens e as comunidades anteriormente consideradas em desvantagem.
Em Maputo o evento conta com as parcerias do Muvart e do Museu Nacional de Arte de Moçambique e com o apoio do Centro Cultural Franco Moçambicano.

