"artista no es el que canta o pinta sino el que hace de su vida un arte"
Concha Buika .
segunda-feira, 30 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
DRAW CONCLUSIONS
Por isso de 2 a 22 de Abril um grupo de estudantes e professores da Beacon School dos Estados Unidos virá até Maputo para realizar um workshop multidisciplinar com artistas Moçambicanos.
Além de Gemuce que também terá a coordenação artística deste encontro participarão ainda Anésia Manjate, Fiel dos Santos, Gorowane, Idasse, Julia Nhachaque, Maimuna Adam, Malangatana e Mia Couto.
Além de Gemuce que também terá a coordenação artística deste encontro participarão ainda Anésia Manjate, Fiel dos Santos, Gorowane, Idasse, Julia Nhachaque, Maimuna Adam, Malangatana e Mia Couto.
No final, uma exposição no Núcleo de Arte apresentará as “conclusões desenhadas” durante a troca de saberes.
Há mais detalhes para conhecer aqui
sexta-feira, 20 de março de 2009
2004 2008
vino mussagy
"Estas imagens concentram em si as minhas caminhadas e olhares sobre Maputo, entre 2004 e 2008.
Fotografias de Vino Muassagy para ver até ao dia 11 de Abril no Instituto Camões - Centro Cultural Português de Maputo
Moçambique em Oslo - Pinto
O PAIOL VISTO PELO PINTO
Pinto retrata nos seus desenhos a vida quotidiana, do indivíduo no seu dia-a-dia ao confronto do cidadão com o governo. As suas composições não possuem um centro de acção, as suas narrativas não são lineares, antes simultaneas, tudo acontece ao mesmo tempo, dando a sensação de que uma tempestade acaba de passar.
Lourenço Dinis Pinto nasceu em Maputo em 1980. Tem o curso de design gráfico da Escola de Artes Visuais e é estudante de Arquitectura da Universidade Eduardo Mondlane.
Este seu trabalho pode ser visto na Galeria IKM em Oslo até ao dia 5 de Abril
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quinta-feira, 12 de março de 2009
Ver o que outros andam a mostrar
A Durban Art Galery apresenta a exposição "In Light of play" vinda do Centro de Arte Contemporânea de Lagos, com a curadoria de Bisi Silva.
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sábado, 7 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
SÓ PARA AVISAR
Até 10 de Março abertas as candidaturas para a Winter School for African Artist's Networks. Há mais informação em ARTerial Network
Até 8 de Maio é a entrega de trabalhos a concurso para a Bienal TDM pode ser visto o regulamento aqui
Não digam que não avisamos
segunda-feira, 2 de março de 2009
O que vem à rede
o que outros andam a fazer, a pensar, a ler, a escrever, a desenhar a fotografar....
o que vamos apanhando na rede e vamos acrescentando aqui ao lado!
hoje colocamos aqui para verem melhor:
Moçambique em Oslo - Emeka Okereke
Bagamoyo – fotografia e o espaço público
O artista nigeriano Emeka Okereke apresentou o seu trabalho em Maputo em 2008 em suporte fotográfico exposto no cais de Catmbe e com a projecção de um pequeno documentário de 14'.
Este é o trabalho que pode ser visto em Oslo.
"O meu trabalho como artista explora a relação entre pessoas, dentro do contexto de homogeneidade e da diversidade cultural. Como um artista constantemente situado na encruzilhada de diversas culturas, eu estou convencido que a diversidade cultural – quando bem explorada – é um imenso beneficio para a humanidade. Nesta exposição apresento a obra “Bagamoyo – fotografia e o espaço público” (Bagamoyo – photography and the public space)
"O meu trabalho como artista explora a relação entre pessoas, dentro do contexto de homogeneidade e da diversidade cultural. Como um artista constantemente situado na encruzilhada de diversas culturas, eu estou convencido que a diversidade cultural – quando bem explorada – é um imenso beneficio para a humanidade. Nesta exposição apresento a obra “Bagamoyo – fotografia e o espaço público” (Bagamoyo – photography and the public space)
O ferryboat, conhecido como o Bagamoyo, que carrega mercadoria, veículos e pessoas entre os dois lados, é uma mistura de turistas, estrangeiros e indígenas de Maputo. É também um objecto simbólico, que junta diversas culturas, actividades e pessoas enum espaço definido. A minha proposta é avaliar o resultado de tal mistura através de revisitação do espaço e da documentação de reacções.
O segundo objectivo realiza-se na apresentação da obra. As fotografias foram exibidas nas proximidades do local onde foram feitas: o porto/cais – do lado da Catembe, montadas ao longo da ponte com suportes de metal, em impressões fotográficas feitas em PVC de 120 x 150cm cada. Assim, as fotografias foram vistas pelas pessoas que também foram o assunto do conteúdo fotográfico, bem como por uma grande quantidade de outras que tinham acesso directo e irrestrito ao local.
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