sábado, 13 de dezembro de 2008

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Sacrificed
Elizabeth Nell é uma das artistas que se encontra no site da DEITCH.
Eu gostei e recomendo.
Jorge Dias

4 comentários:

Anónimo disse...
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Anónimo disse...

Boa tarde mestre Jorge.
Depois da sua postagem, passei pelo site DEITH e o que vi là é mesmo interessante, mas as pinturas da Elisabeth Nell prenderam a minha atençäo.
Acho ela uma artista que sabe ''esculpir''e ''instalar'' com a pintura. Com essa proposta dela de usar a pintura, os ideiais que defendem que a pintura caminha rumo à sua morte ainda têem algo à analizar.
Muito obrigado pela existência do blog.
Passo poucas vezes por falta de tempo. Mas tenho espreitado sempre aqui, faltando me apenas o tempo de pôr as minhas contribuiçöes.

Félix Mula

Anónimo disse...

Olá felix
espero que estejas bem.
a pintura tem inúmeras possibilidades. acho que é uma questão de linguagem e de suporte.
um abraço
jorge dias

Anónimo disse...

Boa noite Mestre,
Eu estou totalmente de acordo consigo, é preciso e importante desenvolver a pintura, socorrendo se das diferentes possibilidades que ela aceita e oferece.
Hà um artista marroquino a residir na frança, que disse ter pensado, um dia, em destruir as suas obras de pintura, pois, a ideia de a pintura estar morta paira mais entre a frança. Quanto à esse ponto concordo com ele, jà tive algumas provas de que para alguns franceses a pintura morreu se näo està gravemente doente. O mesmo disse que passou e exprimir-se em instalaçäo para estar mais na ''contemporâneidade''. Mas diz continuar a pintar na mesma, porque as modalidades e tendências da arte devem coexistir.
O que mais desencorajou ao tal, foi o facto de ter se deparado com uma frase escrita por ''Elie Faure (francês, historiador da arte)'' em 1921, que diz: ''Existem, e ainda existiräo muitos pintores, mas a pintura jà era''.
Para mim, uma das qualidades de um artista é a resistência perante as mudanças, no seio da arte, movidas pela sociedade do consumo.
Bom, hà muito a se dizer sobre o que se fala da arte mas com ou sem essas falas a arte vai avançando, falando a sua propria linguagem, isso é que é o mais importante.

Um abraço Sr.Dias

Félix